Prezados participantes e assistidos da PETROS O inicio dos problemas que os petroleiros enfrentam na atual conjuntura política e econômica tem como causa principal o início da influência externa na Petrobrás com a venda das ações da empresa na Bolsa de Valores dos EEUU (vide foto abaixo, na qual aparece o Pelé fazendo seu único gol contra).
Em seguida por influência dos acionistas estrangeiros e os nacionais neoliberais e entidades coadjuvantes foram implementadas medidas visando o desmonte da Empresa orgulho da Nação Brasileira e da divisão da categoria petroleira para fragilizar a unidade e o espírito de corpo responsável pelo sindicalismo petroleiro fortalecido por décadas e enfraquecer as diversas organizações da categoria, principalmente as que congregam aposentados, pensionistas e anistiados.
O golpe inicial se deu em 1997 (vide abaixo cópia da Ata do Conselho de Administração da Petrobras), mas suas consequências iniciais esbarraram na unidade da categoria petroleira (aposentados e não aposentados) quando barraram a implantação do Plano Petrobras Vida - PPV, com base na mobilização maciça com a criação do Comitê de Defesa dos Participantes da Petros - CDPP. Nessa ocasião foi criada a empresa com sociedade da Petros e Ambep - PetroSaude - com nítido objetivo de, se vingado o PPV, o passo seguinte seria a privatização da AMS.
A privatização das patrocinadoras da Petros e a consequente separação de massas, isolou os petroleiros que prestavam serviço
nas empresas privatizadas dos que permaneceram no Grupo Econômico - Sistema Petrobras - formado pela Petrobras, Petrobras Distribuidora e Petros, neles incluídos os empregados da Petrobras fundadores - os Pré-70.
Mandado de segurança foi impetrado pelo falecido Mestre Castagna Mais para cancelar essa separação de massas, a liminar foi conquistada, mas logo suspenso seus efeitos, sendo o mérito e os recursos ainda não transitados em julgado.
Neste episódio a ação judicial patrocinada pelo Sindicato dos Marítimos (Sindimar) foi a trava inicial e o Mandado de Segurança cujo patrono foi, também, o saudoso Mestre Antonio Castagna Maia, a "pá de cal" que sepultou a primeira agressão aos direitos dos participantes e assistidos da Petros.
A histórica eleição do líder dos trabalhadores para a Presidência da República, produziu na categoria petroleira a grande esperança na reversão da trama e na realização de todas as bandeiras históricas que a categoria petroleira unida apresentava em todas as suas revindicações nos ACTs e nas mobilizações em defesa dos direitos adquiridos, tanto para os aposentados como para os não aposentados e seus dependentes.
Qual foi a surpresa quando vimos parte da categoria agregada na FUP se tornar aliada do patronal abandonando o CDPP e fragmentando o movimento sindical petroleiro, justamente atendendo ao objetivo dos que defendem a privatização da Petrobras.
Essa primeira divisão entre os cooptados da FUP e os não cooptados geriu e depois pariu os alicerces de nossos atuais problemas na Petros, tais como: "Fechamento do Plano de Benefício Definido", a "Repactuação" , a introdução nos Acordos Coletivos do Trabalho - ACT - da famigerada "tabela congelada" e, mais recente a tentativa em tramitação da "separação de massas" - cujo objetivo é verdadeiramente a separação do patrímônio coletivo, ou seja: a "Cisão do Plano Petros do Sistema Petrobras em dois, sendo um para os repactuados e outros para os não repactuados" . Medidas essas com aval da FUP e do seu conselheiro eleito sempre visando cada vez mais dividir a categoria e enfraquecê-la.
Outra ferramenta usada para precarizar o trabalho foi a terceirização em massa das atividades das Empresas do Sistema.
A divisão dos empregados impedindo os admitidos as empresas do Sistema Petrobras a partir de 2002 (de forma ilegal que está sub judice em razão de ação impetrada pela FENASPE e AEPET) de ingressar no Plano Petros BD a que tinham direito e, depois de criado o Plano Petros 2, em 2006, não deram outra alternativa de escolha aos empregados.
Todas essa agressões contaram e contam com o apoio da FUP, tanto através de seus indicados que ocupara e ocupam cargos na Petrobras e Petrobras Distribuidora e na Diretoria da Petros, como com o que foi indicado e eleito como membro do Conselho Deliberativo da Petros.
Os Sindipetros componentes da FNP e as Associações componentes da FENASPE que nunca traíram a categoria, mantém a histórica unidade na luta na defesa da Petrobras, da Petrobras Distribuidora e Petros, contra propostas rebaixadas nos ACT e na intransigente defesa do consequente direito adquirido dos assistidos da Petros, tanto através dos Conselheiros eleitos para os Conselhos da Petros, componentes dessas agremiações, como através de ações judiciais, impetradas por esses conselheiros como pessoa física ou em ações coletivas pelas pessoas jurídicas entidades de classe, assim como trabalhos de convencimento junto aos Ministros dos Tribunais superiores para neutralizar a atuação idêntica mais em sentido contrário das patrocinadoras e direção da Petros.
É esse verdadeiro histórico de luta perseverante em defesa do Sistema Petrobras e dos interesses dos participantes e assistidos que da Petros que indica a necessidade de não permitir que indicados da FUP consigam se infiltrar nessa eleições da Petros no Conselho Fiscal e mantenha o infiltrado no Conselho Deliberativo.
Para que a FUP não tenha mais nenhuma influência nos Conselhos da Petros
VOTE NAS ELEIÇÕES DA PETROS NA CHAPA 75 PARA O CONSELHO DELIBERATIVO E NA CHAPA 82 PARA O CONSELHO DELIBERATIVO
Nenhum comentário:
Postar um comentário